Como nasce um paradigma!

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei. As coisas sempre foram assim por aqui…”

“É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito.”
Albert Einstein

(Dica do Frank Tutune)

What the F**K is Social Media

Os Estados Unidos de hoje e o Brasil de amanhã. Apresentação massa para refletir.

O título deste post fala o suficiente sobre oque eu escrevi?

“Informação não tem um formato definido. E nós passamos a vida inteira tentando dar formas à informação”. Esta é a passagem que mais chamou a minha atenção no vídeo abaixo (em inglês), criado pela MAYA Design.

Todos os dias damos forma à informação, para passar a mensagem que queremos.  Seja falando, apontando, desenhando, escrevendo…Como publicitários, será que estamos passando a informação da melhor forma possível nas campanhas que fazemos para os nossos clientes? Assim como no vídeo acima, na hora em que o narrador te pergunta ‘qual é a caneca preferida dele?’, mas você não consegue responder pois ele ainda não te passou informação o suficiente para você saber qual caneca ele mais gosta; será que o público-alvo da sua campanha tem informação suficiente para decidir ou não pelo seu produto?

Qual é a melhor forma de passar a mensagem? Criar uma campanha 360º que se comunica com as pessoas desde comerciais na tv, ações no pdv, hotsite, peças em revista a propagandas veiculadas em jogos de video game. Em outras palavras, investir na velha história da onipresença, interrompendo a vida do seu público alvo 24 horas por dia ? Ou criar algo lúdico, que não fala nada sobre o seu produto, mas divulga os valores da sua marca e promove uma experiência inesquecível para seu público-alvo?

Infelizmente não tenho resposta, mas uma vez li algo no Blog de Guerrilha, que com certeza ajuda a compreender melhor a informação que passamos ao público-alvo. Em entrevista ao M&M, em março deste ano, Stefan Kozak, pica master da Redbull na América Latina, disse que na opiniã dele “A mensagem vale mais que o meioNão existe uma estratégia para plataformas, e sim para conteúdo.”

Ou seja, informação não se trata só do que você fala para as pessoas. Toda zona de influencia que você exerce na vida das pessoas, seja com uma imagem, som, texto, conversa, etc…transmite algo.

Conhece alguma marca que é fora dos padrões, quando o assunto é passar informação de forma diferente? Compartilhe nos comentários…

Até!

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