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The only possible response…

Isn’t.

Via Seth Godin

Old Spice by World Vision

KKKKK DEMAIS. Aproveitaram a oportunidade como ninguém. Parabéns.

vi no adverblog

Os culhões do Old Spice Guy

Acabei de ler um belo post sobre a campanha ‘Old Spice Guy’ no MuthaBlogger, blog da Gringo.nu, e resolvi compartilhar a minha opinião sobre este assunto tão comentado poraí.
Acho que ainda mais interessante que o fato do não contentamento, é a forma como eles usam as redes sociais para trabalhar a idéia. “O que vamos fazer? Post pago? Não. Criar uma simples conta no twitter? Não.Criar um blog pra todo mundo seguir o que o Old Spice Guy faz? Não. Criar um “viralzinho” com o Old Spice Guy fazendo alguma coisa interessante e comica? Não. Criar um hotsite para uma promoção do Old Spice Guy’s Assistant, onde quem se inscrever e retwittar concorre a 1.000 iPads? Não. Vamos criar um jogo do Old Spice Guy e o vencedor ganhará R$ 100.000 em compras, não?
O que dá Culhões a esta campanha, na minha opinião, é justamente o fato da agencia não se prender a soluções prontas de “como promover uma marca nas redes sociais”. Pelo contrário, resolveram usar o Youtube como um canal de vídeo respostas, às menções que pessoas influentes da web fizeram sobre a campanha atual da Old Spice. Comico, genial e consequentemente ‘viral’. Veja um dos vídeos da campanha, abaixo:

It’s so easy to ignore you

O título é uma frase citada pelo Chuck Porter, sócio-fundador da CP+B, uma das agências mais modafocas dos ultimos tempos, principalmente pelos impressionantes feitos em meios digitais. Outro trecho interessante, que devemos destacar é quando ele fala:

Se você não conseguir oferecer entretenimento ou informação à sua audiencia, é melhor não fazer nada e economizar sua verba

Este é um dos principais valores cultivados pela agência, o que faz muito sentido principalmente no cenário em que nos deparamos hoje, onde quem manda não é quem escreve, mas quem lê. Apesar de ser um comportamento extremamente pessoal e que não retrata a realidade da maioria, não me lembro mais da ultima vez que parei numa banca e gastei algum centavo para comprar uma revista.

Não adianta mais acreditar que propagandas “chiclete” vão garantir a manutenção da sua marca e aumento de vendas. Esqueçam, afinal eu ‘tenho muito mais o que fazer’.

Vejam a entrevista em Cannes 2010, onde O CARA fala sobre isso.

Raving Fans

Acabei de ler um post no blog do livro Deliverying Happiness, do CEO da @Zappos Tony Hsieh, sobre a como tratar seu consumidor.

If you want your business to thrive, you have to create what I call Raving Fans — customers who are so excited about the way you treat them that they want to tell stories about you.

Traduzindo… “Se você quiser tem um negócio bem sucedido, você tem que criar o que eu chamo de Raving Fans (deve derivar de ‘apaixonados por rave’). São clientes que gostam tanto da forma como você os trata, que eles fazem questão de te contar histórias sobre você para os outros.”

Fica a dica. Fora isso, é um puta livro para ler.

What is BRAND anyways?

Este vídeo é ducaraleo. Esqueça explicações comuns que a gente vê poraí em palestras, vídeos, podcasts, blogposts etc. O vídeo abaixo usa uma linguagem bem simples sobre conceitos que definem melhor o significado da palavra MARCA. Não vou me estender muito, portanto resolvi destacar uma frase, e o resto cabe a vocês observarem no vídeo. Lá vai:

“Marca é tudo aquilo que ajuda os consumidores a formar uma opinião sobre um produto ou empresa.”

Via @arthurcesar

Evolução obrigatória na cultura das marcas…

Pois é…monitoramento de redes sociais era questão de tempo. Afinal, se antes tudo funcionava mais ou menos na base do achismo; todo mundo falava sobre sua marca, mas não havia a possibilidade de mensurar e “documentar” isso. Depois das mídias digitais, com tudo isso acessível às marcas, não há porque deixar de lado. O mais curioso em tudo isso é perceber como ainda tem muita gente que não observa (monitora se preferir) como sua marca é percebida por aí (pelo menos na web). Porque será que esta transição é tão devagar?

Acredito que é uma questão de se atualizar. Muitos profissionais de marketing fora do mercado publicitário (muitos dentro também) sequer se preocupam em se atualizar. Marketing/Branding/WhatAFuckYouWannaCall it é extremamente mutante e isso não é somente em função da tal ‘revolução digital’, é uma “ciencia” nova e está/estará em constante evolução. Não há motivos para clientes/agencias/empresários/qualquer pessoa relacionada ao desenvolvimento de um negócio e uma marca, não acompanhar, ou se não tiver tempo pra isso, pelo menos parar para ouvir quem entende ou tenta entender sobre o assunto.

Outro ponto interessante nessa lentidão é a obrigação que as empresas que estão interessadas em falar com seu público, tem de aprender a fazer isso. Não é para qualquer um conseguir se comprometer a isso, sem frustar a maioria das pessoas. Portanto, a capacidade de mensurar o que as pessoas estão falando sobre qualquer coisa trouxe junto do pacote, uma obrigação às marcas de melhorarem seu comportamento diante dos seus consumidores. Todo mundo ganha. Quem se arrisca primeiro tem sai na frente e abre um longo caminho de possibilidades para a valorização da sua marca e fidelização da sua trido de clientes.

A Gatorade, uma das marcas mais modafocas relacionadas a esporte, já está ligada nisso e montou seu Mission Control Center. Vale a pena ver o vídeo abaixo…


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